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bexigoma cid
CID-11

Bexigoma: hérnia da bexiga na pelve

Hérnia da bexiga

Resumo

Explicação clara sobre bexigoma e evolução histórica.

Identificação

Código Principal
N/A
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Hérnia vesical causada por fraqueza do assoalho pélvico
Nome em Inglês
Vesical hernia
Outros Nomes
Cistocele vesical • Prolapso vesical • Protrusão urinária
Siglas Comuns
CBV VesicalHernia HBV

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Doenças do aparelho urinário
Categoria Principal
Hérnias pélvicas e urinárias
Subcategoria
Hérnia da bexiga
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global incerta; bexigoma é rara, associada a prolapsos pélvicos
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; pendentes de estudo populacional
Faixa Etária Principal
Adultas de meia-idade a idosas
Distribuição por Sexo
Predominante em mulheres
Grupos de Risco
mulheres com prolapsos paridade alta obesidade cirurgia pélvica prévia parto vaginal intenso
Tendência Temporal
Estável com manejo conservador

Etiologia e Causas

Causa Principal
Fraqueza do suporte pélvico levando ao deslocamento vesical
Mecanismo Fisiopatológico
Desconforto com prolapso e deslocamento vesical pela fraqueza do suporte
Fatores de Risco
paridade alta obesidade idade cirurgia pelvicamente invasiva incontinência induzida por esforço tabaquismo
Fatores de Proteção
treino de assoalho pélvico controle de peso evitar esforço excessivo consulta precoce na presença de sintomas
Componente Genético
Possível predisposição rara; não determinado

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Peso na pelve com protusão ao esforço e em pé
Sintomas Frequentes
prolapso visível
disfunção miccional
ejecção de urina residual
incontinência
dor pélvica leve
Sinais de Alerta
  • dor súbita intensa
  • retenção urinária
  • febre com mal-estar
  • aumento rápido do prolapso
  • sangramento uretral
Evolução Natural
sem tratamento tende a progredir com piora do desconforto
Complicações Possíveis
infecção urinária recorrente obstrução urinária dor crônica sensibilidade local

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
anamnese, exame físico e confirmação por imagem
Exames Laboratoriais
urina creatinina hemograma urinálise cultura se infecção
Exames de Imagem
ultrassom pélvico RM pélvica TC pélvica cistouretrograma
Diagnóstico Diferencial
  • cistocele
  • prolapso uterino
  • massas pélvicas
  • tumores vesicais
  • hérnia inguinal com bexiga
Tempo Médio para Diagnóstico
varia; pode levar semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
reaprender apoio pélvico e esclarecer expectativas
Modalidades de Tratamento
1 exercícios de assoalho
2 fisioterapia
3 cirurgia de reforço
4 gestão de sintomas
5 cateterismo temporário
Especialidades Envolvidas
Ginecologia Urologia Fisioterapia Cirurgia Medicina de família
Tempo de Tratamento
depende da gravidade; meses para retorno
Acompanhamento
retornos regulares com exame pélvico

Prognóstico

Prognóstico Geral
perspectiva depende do grau e adesão ao manejo
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa adesão ao treino
  • peso estável
  • cirurgia bem indicada
  • controle de comorbidades
Fatores de Mau Prognóstico
  • fraqueza pélvica severa
  • uso inadequado de tratamento
  • idosos com múltiplas comorbidades
  • infecções recorrentes
Qualidade de Vida
pode melhorar com manejo adequado e apoio psicossocial

Prevenção

Prevenção Primária
fortalecer assoalho pélvico e manter peso estável
Medidas Preventivas
treino de Kegel
controle de peso
evitar esforço intenso
manejo pré-natal adequado
higiene urinária
Rastreamento
exame clínico periódico em mulheres com prolapsos

Dados no Brasil

milhares, conforme padrões regionais
Internações/Ano
baixa mortalidade quando bem tratado
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
varia com acesso à saúde e prática obstétrica

Perguntas Frequentes

1 Que é Bexigoma?
Prolapso da bexiga devido à fraqueza do suporte pélvico.
2 Quais são sintomas comuns?
Peso pélvico, protusão, micção irregular, incontinência.
3 Como é feito o diagnóstico?
História, exame físico e imagem como ultrassom ou RM.
4 É tratável?
Sim, com exercícios, fisioterapia e, se indicado, cirurgia.
5 Como prevenir?
Fortalecer o assoalho, manter peso estável, buscar avaliação precoce.

Mitos e Verdades

Mito

apenas cirurgia cura tudo.

Verdade

combinação de exercícios e tratamento costuma funcionar.

Mito

não há opções conservadoras.

Verdade

treino pélvico reduz sintomas para muitos.

Mito

gravidez piora sempre a condição.

Verdade

manejo adequado pode minimizar impactos.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
procure ginecologista ou urologista; iniciar na atenção primária
Especialista Indicado
Ginecologista / Urologista
Quando Procurar Emergência
dor súbita, retenção urinária ou febre alta
Linhas de Apoio
0800-000-0000 DISQUE SAUDE 136 centros de referência locais

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.