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B35
CID-10

Dermatofitose (dermatófitose) – infecções fúngicas da pele

fungose, tiña, fungo da pele

Resumo

Infecção fúngica de pele por dermatófitos; tratável com higiene e antifúngicos.

Identificação

Código Principal
B35
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dermatofitose (infecções fúngicas por dermatófitos)
Nome em Inglês
Dermatophytosis
Outros Nomes
Dermatofitose • Tinea • Fungose cutânea • Tiña da pele
Siglas Comuns
DTF TINA Fung.cut

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVI - Doenças da pele e do tecido subcutâneo
Categoria Principal
Infecções fúngicas da pele
Subcategoria
Dermatofitose
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Presente globalmente; clima quente facilita.
Prevalência no Brasil
Comum no Brasil, variações regionais.
Faixa Etária Principal
Todas as idades; tiña capitis mais comum em crianças
Distribuição por Sexo
Distribuição equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
Higiene inadequada Contato com animais Ambientes úmidos Uso de calçados fechados Imunossupressão
Tendência Temporal
Estável com variações locais; picos em clima úmido

Etiologia e Causas

Causa Principal
Dermatófitos: Microsporum, Trichophyton, Epidermophyton
Mecanismo Fisiopatológico
Fungos invadem queratina; inflamação e prurido; lesões em anel
Fatores de Risco
Higiene inadequada Contato com animais Ambientes úmidos Uso de calçados fechados Imunossupressão Diabetes
Fatores de Proteção
Higiene regular Secagem completa Calçados arejados Tratamento rápido de infecções
Componente Genético
Hereditariedade pouco relevante; predisposição pode ocorrer

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Coceira persistente com lesões em anel
Sintomas Frequentes
Lesões em anel com bordas elevadas
Descamação de pele
Coceira intensa
Eritema local
Alteração de unhas
Sinais de Alerta
  • Infecção bacteriana secundaria
  • Dor intensa
  • Febre alta
  • Progresso rápido da lesão
  • Disseminação se imunossuperficado
Evolução Natural
Sem tratamento, cresce lentamente e pode durar meses
Complicações Possíveis
Infecção bacteriana Alterações estéticas Recidivas Propagação para unhas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica + confirmação por micologia e cultura
Exames Laboratoriais
KOH com lâmina Cultura fúngica Exame de pele PCR para dermatófitos Histologia rara
Exames de Imagem
Nenhum exame de imagem obrigatório Dermatoscopia opcional Ultrassom não utilizado Ressonância não necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Eczema atópico
  • Psoríase
  • Dermatite de contato
  • Pitiríase versicolor
  • Candidíase cutânea
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas para confirmação, acesso influente

Tratamento

Abordagem Geral
Higiene, pele seca; antifúngicos tópicos como base; sem prescrição
Modalidades de Tratamento
1 Antifúngicos tópicos
2 Antifúngicos orais quando necessário
3 Desbridamento
4 Tratamento de unhas
5 Higiene constante
Especialidades Envolvidas
Dermatologista Clínico geral Pediatra Infectologista Podólogo
Tempo de Tratamento
Semanas a meses, dependendo localização e unhas
Acompanhamento
Consultas regulares para monitorar resposta e ajuste

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com tratamento; recaídas comuns sem higiene
Fatores de Bom Prognóstico
  • Higiene constante
  • Lesões limitadas
  • Unhas não acometidas
  • Adesão ao tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Imunossupressão
  • Unhas gravemente acometidas
  • Recidiva frequente
  • Acesso limitado a tratamento
Qualidade de Vida
Impacto moderado na aparência e conforto

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene diária, pele seca, evitar itens compartilhados
Medidas Preventivas
Lavar as mãos
Secar entre dedos
Não compartilhar toalhas
Usar chinelos em vestiários
Tratar infecções rapidamente
Rastreamento
Diagnóstico precoce ajuda; não há rastreamento específico

Dados no Brasil

0-20
Internações/Ano
Distribuição Regional
Mais comum em regiões quentes; variações regionais

Perguntas Frequentes

1 Como identificar dermatofitose?
Lesões pruriginosas em anel com bordas elevadas; raspado ajuda.
2 A dermatofitose é contagiosa?
Sim; pode passar por contato direto ou objetos contaminados.
3 Preciso de exame para confirmar?
Clínico; micologia ajuda em casos difíceis.
4 Posso tratar em casa?
Pode usar antifúngico tópico com orientação; unhas requerem avaliação.
5 Como prevenir?
Higiene, pele seca, não compartilhar itens, tratar infecções rapidamente.

Mitos e Verdades

Mito

fungos somem sozinhos.

Verdade

tratamento acelera cura; higiene evita recaídas.

Mito

unhas não voltam ao normal.

Verdade

unhas podem melhorar com tratamento prolongado.

Mito

banhos quentes curam.

Verdade

água quente pode irritar; antifúngico necessário.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure dermatologista ou clínico; busque atendimento se piora
Especialista Indicado
Dermatologista
Quando Procurar Emergência
Infecção grave ou dor intensa; procure pronto atendimento
Linhas de Apoio
Disque-SUS 136 CVV 188 SUS 192

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.