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b349 cid
CID-10

Infecção viral inespecífica

Infecção viral inespecífica de etiologia não definida

Resumo

Infecção viral inespecífica: febre e mal-estar; melhora com descanso

Identificação

Código Principal
B34.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Infecção viral inespecífica
Nome em Inglês
Unspecified Viral Infection
Outros Nomes
Infecção viral inespecífica • Infecção viral de etiologia não especificada • Infecção viral inespecífica de vias aéreas • Infecção viral inespecífica não identificada
Siglas Comuns
IVI INFV VIR-IND

Classificação

Capítulo CID
Capítulo I - Doenças infecciosas e parasitárias
Categoria Principal
Infecções virais
Subcategoria
Vírus inespecíficos
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global imprecisa; comum em várias populações.
Prevalência no Brasil
Dados no Brasil são limitados; distribuição regional varia.
Faixa Etária Principal
Todas as idades; mais comum em crianças.
Distribuição por Sexo
Sem predomínio por sexo
Grupos de Risco
Crianças pequenas Idosos Imunossupressão Comorbidades Viajantes internacionais
Tendência Temporal
Tendência variável com surtos sazonais em alguns vírus

Etiologia e Causas

Causa Principal
Vírus de etiologia não especificada com impacto sistêmico
Mecanismo Fisiopatológico
Vírus invade células, provoca resposta imune e inflamação inespecífica
Fatores de Risco
Contato próximo com doentes Imunossupressão Idade extrema Desnutrição Viagens frequentes Ambiente lotado
Fatores de Proteção
Higiene das mãos Vacinação quando disponível Ambiente ventilado Cuidados com a tosse

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Febre leve a moderada com mal-estar
Sintomas Frequentes
Febre
Dor de cabeça
Fadiga
Dor muscular
Dor de garganta
Congestão
Sinais de Alerta
  • Dificuldade respiratória
  • Dor torácica
  • Confusão
  • Desidratação
  • Piora rápida
Evolução Natural
Melhora espontânea em dias a semanas com suporte adequado
Complicações Possíveis
Desidratação Desnutrição Infecção bacteriana secundária Fadiga prolongada Bronquite viral sequela

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Anamnese, exame físico e exclusão de etiologia específica
Exames Laboratoriais
Hemograma completo PCR/biomarcadores inflamatórios Química Geral Função hepática Sorologia conforme necessidade
Exames de Imagem
Radiografia de tórax TC/RM apenas se complicação Ultrassom quando solicitado Imagem conforme quadro
Diagnóstico Diferencial
  • Infecção bacteriana
  • Doenças autoimunes
  • Alergia grave
  • Influenza não confirmada
  • Infecção parasitária leve
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias conforme disponibilidade de testes

Tratamento

Abordagem Geral
Suporte clínico: hidratação, repouso, manejo de febre; antibióticos apenas se houver infecção bacteriana
Modalidades de Tratamento
1 Hidratação oral/venosa
2 Antipiréticos
3 Analgesia
4 Tratamento sintomático
5 Monitoração
Especialidades Envolvidas
Clínica geral Pediatria Enfermagem Infectologista Farmacologia
Tempo de Tratamento
Enquanto houver sintomas, tipicamente dias a semanas
Acompanhamento
Retorno em 1-2 semanas ou conforme evolução clínica

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa na maioria; recuperação com suporte adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Imunidade adequada
  • Ausência de comorbidades
  • Evolução clínica estável
  • Reação inflamatória controlada
Fatores de Mau Prognóstico
  • Imunodeficiência
  • Idade avançada
  • Desidratação grave
  • Comorbidades descompensadas
Qualidade de Vida
Queda temporária, recuperação total com tratamento adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene, isolamento de doentes, vacinação quando disponível, saneamento
Medidas Preventivas
Higienização das mãos
Cobrir boca ao tossir
Vacinação sazonal quando disponível
Evitar compartilhamento de utensílios
Ambiente ventilado

Dados no Brasil

Varia com surtos; números não fixos
Internações/Ano
Mortes incomuns, dependem de comorbidades
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais comum em áreas densas; variação regional

Perguntas Frequentes

1 Esta condição é contagiosa?
Pode ser; depende do vírus; higiene reduz transmissão.
2 Precisa de exames para confirmar?
Avaliação clínica e exames conforme necessidade.
3 Tratamento com antibióticos funciona?
Antibióticos não agem contra vírus; só se houver infecção bacteriana.
4 Posso evitar com vacinas?
Vacinas reduzem risco de alguns vírus; siga calendário.
5 É possível ter recaída?
Recidivas ocorrem com reinfecções diferentes; procure orientação.

Mitos e Verdades

Mito

antibióticos curam vírus

Verdade

Vacinas e cuidado reduzem risco; antibiótico não serve para vírus

Mito

gripe sempre é grave

Verdade

Gripe leve a moderada em maioria; complicações são exceção

Mito

repouso resolve tudo

Verdade

Repouso ajuda, mas manter hidratação e sinais orientam avaliação

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade de saúde ao primeiro sinal de mal-estar com febre
Especialista Indicado
Clínica geral ou pediatria
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória, confusão, desidratação, piora rápida
Linhas de Apoio
DisqueSaúde 136 SUS Central Central de Atendimento

CIDs Relacionados

B34.9 B34 B34.0 A09 J00

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.