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av celso garcia cid
CID-11

Acidente vascular cerebral

AVC, derrame cerebral

Resumo

AVC é derrame cerebral; atendimento rápido salva vidas e reduz sequelas.

Identificação

Código Principal
AV-CELSO-GCID
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Acidente vascular cerebral (AVC)
Nome em Inglês
Stroke
Outros Nomes
AVC • derrame cerebral • infarto cerebral • stroke
Siglas Comuns
AVC ACV

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho circulatório
Categoria Principal
Doenças cerebrovasculares
Subcategoria
Acidente vascular cerebral
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: dezenas de milhões de AVCs por ano, variações por subtipo.
Prevalência no Brasil
Brasil tem alta prevalência; dados variam por região e acesso a cuidado.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos
Distribuição por Sexo
Leve predomínio masculino
Grupos de Risco
Hipertensão Diabetes Tabagismo Dislipidemia Fibrilação atrial
Tendência Temporal
Prevalência relativamente estável; melhora com prevenção

Etiologia e Causas

Causa Principal
Oclusão arterial isquêmica ou ruptura de vaso cerebral.
Mecanismo Fisiopatológico
Isquemia ou hemorragia por disfunção vascular, com dano neuronal
Fatores de Risco
Hipertensão arterial Tabagismo Diabetes Dislipidemia Fibrilação atrial Sedentarismo
Fatores de Proteção
Controle pressórico Dieta equilibrada Exercício regular Não fumar
Componente Genético
Contribuição genética observada em alguns indivíduos; não prediz o evento

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fraqueza repentina de um lado do corpo, fala ou visão comprometidas
Sintomas Frequentes
Dificuldade de fala
Confusão
Perda de equilíbrio
Fraqueza facial
Visão turva
Dor de cabeça súbita
Sinais de Alerta
  • Fraqueza facial súbita
  • Dificuldade de fala súbita
  • Perda de equilíbrio
  • Confusão súbita
  • Visão duvidosa
Evolução Natural
Sem tratamento, danos neurológicos podem piorar nas horas seguintes
Complicações Possíveis
Paralisia residual Deficiência de fala Distúrbios de memória Dependência de cuidadores Convulsões

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica rápida com confirmação por neuroimagem (TC ou RM)
Exames Laboratoriais
Glicose Hemograma Perfil lipídico Troponina (quando indicado) Coagulação
Exames de Imagem
Tomografia computadorizada (TC) Ressonância magnética (RM) Angio RM/TC
Diagnóstico Diferencial
  • TIA
  • Enxaqueca com aura
  • Hipoglicemia
  • Convulsão
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a depender da rapidez na resposta ao sintoma

Tratamento

Abordagem Geral
Tempo é cérebro: avaliação rápida, suporte vital, prevenção de agravamento.
Modalidades de Tratamento
1 Trombólise quando elegível
2 Trombectomia mecânica
3 Controle de fatores de risco
4 Reabilitação precoce
5 Cuidados de suporte
Especialidades Envolvidas
Neurologia Neurorradiologia Fisioterapia Reabilitação Enfermagem neurológica
Tempo de Tratamento
Tomada de decisão rápida com metas em minutos a horas
Acompanhamento
Plano de seguimento com neurologia, reabilitação e cuidado domiciliar

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva heterogênea; recuperação melhor com atendimento precoce
Fatores de Bom Prognóstico
  • Tempo de tratamento curto
  • Reabilitação precoce
  • Baixa extensão de dano
  • Acesso a cuidados
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Dano extenso
  • Fibrilação atrial não tratada
  • Comorbidades
Qualidade de Vida
Impacto na autonomia; reabilitação visa melhorar

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de pressão, alimentação saudável, atividade física, não fumar, moderação de álcool
Medidas Preventivas
Tratamento da hipertensão
Controle glicêmico
Dieta equilibrada
Exercícios regulares
Vacinação conforme orientação
Rastreamento
Acompanhamento de fatores de risco com periodicidade

Dados no Brasil

Estimativas acima de 200 mil internações/ano
Internações/Ano
Mortalidade anual em torno de 100-150 mil
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Nordeste e Sudeste com maior carga; acesso importa

Perguntas Frequentes

1 Quais são sinais de AVC?
Sinais súbitos de fala, fraqueza, visão; procure pronto atendimento.
2 Como reduzir risco de AVC?
Controle PA, glicose, alimentação, exercícios, não fumar.
3 Existe cura?
Tratamento rápido reduz sequelas; recuperação varia com dano.
4 Quanto tempo leva para ver melhora?
Reabilitação pode trazer ganhos meses após a crise.
5 O AVC pode voltar?
Risco de recidiva existe; manter tratamento é essencial.

Mitos e Verdades

Mito

AVC só acontece com idosos

Verdade

jovens também podem ter AVC com fatores de risco

Mito

derrame sempre causa dor intensa

Verdade

sinais variam; podem ocorrer sem dor

Mito

reabilitação não ajuda

Verdade

reabilitação melhora função e qualidade de vida

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento; ligue 192 ou 911 conforme país.
Especialista Indicado
Neurologista para avaliação aguda
Quando Procurar Emergência
Sinais súbitos: fala, fraqueza, visão, desequilíbrio
Linhas de Apoio
0800-AVC-SAUDE Linha de suporte SBC

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.