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apple cider and
CID-11

Alergia alimentar à maçã

Alergia à maçã

Resumo

Alergia à maçã pode ocorrer; evite maçã, leia rótulos e procure orientação médica.

Identificação

Código Principal
apple cider and
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Alergia alimentar à maçã
Nome em Inglês
Apple allergy
Outros Nomes
Hipersensibilidade à maçã • Alergia à maçã • Reação alérgica à maçã • Intolerância alimentar à maçã
Siglas Comuns
IgE AIA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças do sistema digestivo
Categoria Principal
Alergias alimentares
Subcategoria
Alergia a maçã
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais sugerem prevalência baixa, <1% da população, com variações regionais.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; estimativas locais indicam menos de 1%.
Faixa Etária Principal
Crianças e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Distribuição equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Historia familiar de alergia Asma ou eczema Dermatite atópica Exposição precoce a maçã Polens alimentares
Tendência Temporal
Tendência estável, sem aumento claro com o tempo

Etiologia e Causas

Causa Principal
Reação imune a proteínas da maçã, mediada por IgE
Mecanismo Fisiopatológico
Mediada por IgE com liberação de histamina e leucotrienos após contato com proteínas da maçã
Fatores de Risco
Historia familiar de alergia Asma ou eczema Tratamentos prolongados com antibióticos Contato precoce com maçãs Consumo irregular de maçãs Ambiente com poluição
Fatores de Proteção
Dieta balanceada Aleitamento materno prolongado Orientação de alergista Educação sobre etiqueta de rótulos
Componente Genético
Contribuição hereditaria comum em famílias atópicas

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Coceira na boca e urticária após maçã
Sintomas Frequentes
Urticária
Prurido na língua/boca
Inchaço leve no rosto
Congestão nasal
Vermelhidão na pele
Dificuldade leve para respirar
Sinais de Alerta
  • Dificuldade respiratória grave
  • Lábios inchados
  • Língua inchada
  • Perda de consciência
  • Queda repentina de pressão
Evolução Natural
Sem tratamento, pode evoluir para reação mais grave
Complicações Possíveis
Anafilaxia Angioedema Broncoespasmo Choque Desidratação

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica compatível; IgE específico ou provocação oral supervisionada.
Exames Laboratoriais
IgE específico IgE total Eosinófilos elevados Teste de alergia cutânea Triagem de outras alergias
Diagnóstico Diferencial
  • Intolerância alimentar
  • Alergia cruzada com pólen
  • Alergia a outras frutas
  • Reação a conservantes
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas com avaliação adequada

Tratamento

Abordagem Geral
Identificar gatilhos, evitar maçã, plano de ação de emergências
Modalidades de Tratamento
1 Evasão de gatilho
2 Antihistamínicos
3 Corticosteroides tópicos
4 Plano de emergência
5 Educação em alimentação segura
Especialidades Envolvidas
Alergia/Imunologia Pediatria Clínica Geral Nutrição
Tempo de Tratamento
Controle ao longo da vida, com acompanhamento
Acompanhamento
Consultas com alergista; monitoramento de dieta

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente favorável com manejo adequado; risco de reação grave existe.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Identificação precoce
  • Plano de ação claro
  • Acesso a atendimento
  • Educação do paciente
Fatores de Mau Prognóstico
  • Acesso limitado a atendimento
  • Ausência de plano de emergência
  • Exposição acidental repetida
  • Comorbidades graves
Qualidade de Vida
Pode impactar alimentação e atividades sociais; melhora com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Não há prevenção específica; evitar maçã e alimentos com traços, com orientação médica
Medidas Preventivas
Leitura de rótulos
Plano de emergência em mãos
Educação de familiares
Uso de epinefrina se indicada
Acompanhamento com alergista

Dados no Brasil

Poucas internações anuais por crises graves
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada quando tratada adequadamente
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Relatos variam por região, com maior presença onde há consumo de maçã

Perguntas Frequentes

1 Posso comer maçã se já tive reação leve?
Somente com orientação médica; reintrodução pode provocar crise.
2 Como confirmar alergia sem risco?
Teste IgE específico ou provocação oral sob supervisão.
3 O que fazer em uma reação grave?
Acione atendimento de emergência e utilize plano se disponível.
4 É possível curar alergia à maçã?
Não há cura; manejo envolve evitar gatilhos e educação.
5 Maçã cozida é segura?
Em alguns, sim; a reação pode ser menor ou ausente

Mitos e Verdades

Mito

banir toda fruta resolve

Verdade

cada pessoa reage de modo distinto; orientação é essencial

Mito

maçã nunca causa reação grave

Verdade

reações graves são possíveis; reagir rápido salva vidas

Mito

apenas crianças ficam com alergia

Verdade

adultos também podem desenvolver alergia à maçã

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure alergista ou clínica geral; busque atendimento imediato se houver reação.
Especialista Indicado
Alergologista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória, inchaço grave, desmaio ou pele azulada
Linhas de Apoio
Disque Saude 136 SAMU 192

CIDs Relacionados

T78.0 T78.4 Z77.0 Z88.9 R68.89

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.