contato@nztbr.com
alopecia cid
CID-10

Alopecia areata

calvície em manchas

Resumo

Queda de cabelo em manchas; evolução varia com tratamento.

Identificação

Código Principal
L63.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Alopecia areata, doença autoimune da pele reconhecida pela OMS
Nome em Inglês
Alopecia Areata
Outros Nomes
alopecia areata difusa • alopecia areata • calvície em placas • alopecia autoimune
Siglas Comuns
AA L63 L63.0

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças da pele e tecido subcutâneo
Categoria Principal
Doenças da pele e tecido subcutâneo
Subcategoria
Alopecia areata e variantes
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: 0,1% a 0,2% da população mundial.
Prevalência no Brasil
Prevalência similar no Brasil, com variação regional.
Faixa Etária Principal
Jovens adultos e adolescentes são mais afetados.
Distribuição por Sexo
Equilibrada entre gêneros, com leve predomínio feminino.
Grupos de Risco
História familiar Imunidade desequilibrada Estresse intenso Trauma capilar Alterações hormonais
Tendência Temporal
Aumento de diagnóstico em várias regiões com melhor reconhecimento.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Doença autoimune com ataque aos folículos capilares.
Mecanismo Fisiopatológico
Desregulação imune que ataca folículos, levando queda em áreas circulares com reposição parcial.
Fatores de Risco
História familiar Imunidade desequilibrada Estresse intenso Fatores hormonais Trauma no couro cabeludo Nutrição deficiente
Fatores de Proteção
Cuidados suaves com cabelo Gerenciamento do estresse Dieta equilibrada Tratamento precoce
Componente Genético
Contribuição genética evidente; variantes associadas a maior risco em famílias.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Perda de cabelo em manchas bem demarcadas e redondas.
Sintomas Frequentes
Manchas arredondadas sem inflamação
Coceira leve nas áreas afetadas
Crescimento capilar lento entre lesões
Queda de pelos com bordas
Diminuição da densidade capilar local
Sinais de Alerta
  • Febre alta com lesões dolorosas
  • Lesões que crescem rapidamente
  • Abscesso no couro cabeludo
  • Dor intensa na área afetada
  • Febre ou mal-estar geral
Evolução Natural
Sem tratamento, áreas podem progredir; remissões espontâneas ocorrem em alguns pacientes.
Complicações Possíveis
Alterações estéticas Impacto emocional Baixa autoestima Queda recorrente com atraso no crescimento

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Diagnóstico clínico por aparência; dermatoscopia; biópsia opcional em casos atípicos.
Exames Laboratoriais
Hemograma Bioquímica básica TSH PCR Vitamina D
Exames de Imagem
Dermatoscopia Fotografias seriadas
Diagnóstico Diferencial
  • Eflúvio telógeno
  • Alopecia cicatricial
  • Psoríase do couro cabeludo
  • Tinea capitis
  • Queda de cabelo difusa
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode levar semanas a meses até confirmação.

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multidisciplinar: reconhecer, monitorar, tratar queda com terapias aprovadas, respeitando a gravidade.
Modalidades de Tratamento
1 Terapias tópicas
2 Injeções de corticosteroides
3 Terapias sistêmicas
4 Fototerapia
5 Acompanhamento nutricional
Especialidades Envolvidas
Dermatologia Imunologia Pediatria Psicologia Medicina de família
Tempo de Tratamento
Meses a anos, conforme evolução.
Acompanhamento
Consulta a cada 1-3 meses para monitorar evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva variável; remissões ocorrem, mas recidivas são comuns.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Adesão ao tratamento
  • Remissões espontâneas
  • Boa saúde emocional
Fatores de Mau Prognóstico
  • Gravidade extensa
  • Ausência de tratamento
  • Comorbidades autoimunes
  • Recorrência frequente
Qualidade de Vida
Impacto emocional moderado; apoio adequado melhora o bem-estar.

Prevenção

Prevenção Primária
Manejo do estresse, alimentação balanceada, evitar traumas no couro cabeludo.
Medidas Preventivas
Reduzir estresse
Dieta rica em nutrientes
Cuidados suaves com cabelo
Tratamento precoce de lesões
Protetor solar diário
Rastreamento
Acompanhamento dermatológico periódico para detecção de novas lesões.

Dados no Brasil

Poucas hospitalizações por alopecia.
Internações/Ano
Óbitos raros.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior acesso em Sudeste e Sul, irregular no Norte/Nordeste.

Perguntas Frequentes

1 Quais são as causas da alopecia areata?
Multifatorial: genética, autoimunidade e gatilhos ambientais.
2 Como confirmar o diagnóstico?
Avaliação clínica, dermatoscopia; biópsia apenas se dúvidas persistirem.
3 Diagnóstico pode ser feito sem exames?
Quase sempre sim; exames ajudam a excluir outras causas.
4 Existem tratamentos eficazes?
Vários recursos ajudam a controlar queda; resposta varia.
5 Como prevenir recidivas?
Mantenha tratamento conforme orientação e gerencie estresse.

Mitos e Verdades

Mito

queda de cabelo por fungo.

Verdade

alopecia areata é doença autoimune.

Mito

afeta apenas idosos.

Verdade

pode ocorrer em jovens e adultos.

Mito

dieta cura a condição.

Verdade

Nutrição ajuda, mas não cura sozinha.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro contato com dermatologista ou médico geral.
Especialista Indicado
Dermatologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se houver queda súbita com febre ou dor intensa.
Linhas de Apoio
Linha de apoio dermatológico local Disque Saúde local Centro de referência da sua cidade

CIDs Relacionados

L63.0 L63.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.