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alergias cid
CID-10

Alergias diversas

Alergias comuns

Resumo

Alergias são respostas do corpo a substâncias; evitar gatilhos ajuda a controlar

Identificação

Código Principal
Z88.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Conjunto de hipersensibilidades imunológicas a alérgenos diversos
Nome em Inglês
Allergies
Outros Nomes
Hipersensibilidade • Reação alérgica • Alergia imunológica • Hipersensibilidade IgE • Alergia ocupacional
Siglas Comuns
IgE HA ALR

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças do sistema imune com alergia
Categoria Principal
Doenças alérgicas
Subcategoria
Hipersensibilidades
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
A alergia afeta dezenas de milhões globalmente, com variações por tipo.
Prevalência no Brasil
Estimativas indicam alta prevalência, especialmente rinite e dermatite atópica.
Faixa Etária Principal
Crianças e adultos; início comum na infância
Distribuição por Sexo
Equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Historia familiar de alergias asma eczema atópico exposição ocupacional a alérgenos poluição ambiental
Tendência Temporal
Aumento com urbanização e poluição; tendência crescente

Etiologia e Causas

Causa Principal
Hipersensibilidade imune mediada por IgE a alérgenos variados
Mecanismo Fisiopatológico
IgE mediado, ativação de mastócitos e basófilos com liberação de histamina
Fatores de Risco
História familiar de alergias Asma Eczema atópico Exposição ocupacional a alérgenos Fumaça de cigarro passiva Poluição ambiental
Fatores de Proteção
Exposição gradual a alérgenos Ambiente sem fumaça Lactação exclusiva Higiene adequada
Componente Genético
Herança multifatorial com predisposição

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Coceira, espirros, nariz entupido
Sintomas Frequentes
Espirros frequentes
Congestão nasal
Coceira ocular
Lagrimejo
Pele irritada
Tosse leve
Sinais de Alerta
  • Dificuldade para respirar grave
  • Inchaço de lábios/face
  • Voz rouca com falta de ar
  • Confusão súbita
  • Urgência médica necessária
Evolução Natural
Crises podem persistir se não houver controle; melhora com evitar gatilhos
Complicações Possíveis
Asma agravada Infecções respiratórias Dermatite crônica Distúrbios do sono Impacto psicossocial

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, IgE total/específica e testes cutâneos
Exames Laboratoriais
IgE total IgE específica Eosinófilos Hemograma completo Marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
Radiografia de tórax quando indicado Espirometria TC/seios nasais apenas em caso específico RM em situações raras
Diagnóstico Diferencial
  • Resfriado comum
  • Sinusite viral
  • Rinite não alérgica
  • Dermatite irritativa
  • Infecção respiratória
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com acesso a testes; semanas até meses

Tratamento

Abordagem Geral
Educação, evitar gatilhos e manejo de sintomas com orientação médica
Modalidades de Tratamento
1 Evitar alérgenos
2 Manejo de sintomas
3 Imunoterapia
4 Educação do paciente
5 Acompanhamento
Especialidades Envolvidas
Alergologia Imunologia Pediatria Clínica Geral Dermatologia
Tempo de Tratamento
Duração variável conforme alérgeno e gravidade
Acompanhamento
Consultas regulares com alergista; ajuste de plano

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com manejo; crises podem reduzir qualidade de vida se não controladas
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Adesão ao plano
  • Evitar gatilhos
  • Acesso a alergologista
Fatores de Mau Prognóstico
  • Exposição contínua a alérgenos
  • Gravidade de crises
  • Comorbidades respiratórias
  • Não adesão ao tratamento
Qualidade de Vida
Melhora com controle; exige planejamento diário

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir exposição a alérgenos; educação ambiental e hábitos saudáveis
Medidas Preventivas
Ventilação adequada
Capas antiácaros
Higiene de alimentos
Planejar viagens
Vacinação em dia
Rastreamento
Avaliação anual com alergologista e testes conforme sintomas

Dados no Brasil

Varia por tipo; dados nacionais não são fixos.
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta; gravidade depende de comorbidades.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais frequente em áreas urbanas; variações regionais pequenas.

Perguntas Frequentes

1 Quais são sinais de alerta para anafilaxia?
Dificuldade para respirar, inchaço de face, queda de pressão.
2 Como confirmar alergia a um alimento?
História e testes ajudam a confirmar e orientar dieta.
3 Alergia pode curar sozinha?
Pode melhorar com evitar gatilhos; cura total é incomum.
4 É possível prevenir alergias ao nascer?
Contato controlado a alérgenos e ambiente saudável ajudam.
5 Qual exame mais importante?
Testes de IgE e testes cutâneos orientam o diagnóstico.

Mitos e Verdades

Mito

alérgia é escolha de comer errado.

Verdade

é resposta imune real; gatilhos específicos provocam.

Mito

alergia vira coisa do passado com idade.

Verdade

pode persistir; controle é essencial.

Mito

antibióticos curam alergias.

Verdade

antibióticos não afetam alergias; evite uso desnecessário.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Comece pela clínica da família e peça encaminhamento a alergologia
Especialista Indicado
Alergologista
Quando Procurar Emergência
Procure atendimento imediato se houver dificuldade grave para respirar
Linhas de Apoio
136 (SUS) 0800-000-0000 0800-111-2222

CIDs Relacionados

L50.0 J30.9 Z88.9 T78.0 L23.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.