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alergia cid
CID-10

Alergia e hipersensibilidade

Alergia não especificada comum

Resumo

Alergia é uma reação exagerada do corpo a algo comum. Evite gatilhos, procure orientação médica.

Identificação

Código Principal
L50.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hipersensibilidade alérgica, não especificada
Nome em Inglês
Allergic hypersensitivity, unspecified
Outros Nomes
reação alérgica • hipersensibilidade • alergia não especificada • reação alérgica inespecífica • sensibilidade alérgica
Siglas Comuns
Alerg HSP HA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo III - Doenças do sistema imune
Categoria Principal
Reações alérgicas e hipersensibilidade
Subcategoria
Alergia não especificada
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
aguda
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Frequência global de alergias elevada, afetando crianças e adultos, com variação por tipo de alérgeno.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta alta prevalência em crianças, com variações regionais.
Faixa Etária Principal
Crianças e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Leve predomínio feminino
Grupos de Risco
crianças gestantes idosos exposição ocupacional pessoas com asma
Tendência Temporal
Estável com picos sazonais dependendo do alérgeno

Etiologia e Causas

Causa Principal
Hipersensibilidade a alérgenos inalantes, alimentares ou medicamentos
Mecanismo Fisiopatológico
Desencadeante ativa vias IgE ou não IgE, levando a mediadores inflamatórios
Fatores de Risco
histórico familiar asma rinite alérgica eczema atópico exposição ocupacional poluição ambiental
Fatores de Proteção
evitar alérgenos conhecidos vacinação adequada quando houver educação sobre manejo uso de EPIs no trabalho
Componente Genético
Herança multifatorial com predisposição IgE, herdabilidade moderada

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Coceira intensa e erupção cutânea como queixa principal
Sintomas Frequentes
erupção cutânea
urticária
coceira
inchaço localizado
espirros
congestão nasal
Sinais de Alerta
  • dificuldade respiratória crescente
  • angioedema facial
  • confusão mental
  • lábios ou língua inchados
  • pele pálida ou azulada
Evolução Natural
Sem tratamento, sintomas podem persistir ou piorar, especialmente em exposições repetidas
Complicações Possíveis
angioedema recorrente asma induzida por alérgenos sinusite crônica inflamação das vias respiratórias

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Anamnese, exame físico, testes de alergia e IgE específica conforme necessidade
Exames Laboratoriais
IgE total elevado IgE específica para alérgenos hemograma com eosinofilia teste de provocação controlada teste cutâneo
Exames de Imagem
rx de tórax se houver complicações RM/Tomografia apenas se indicado ultrassom se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • asma não alérgica
  • eczema não atópico
  • infecção viral das vias respiratórias
  • rinite não alérgica
  • reação tóxica
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas dependendo do acesso a exames

Tratamento

Abordagem Geral
Identificar gatilhos, evitar exposições e manter plano de autocuidado; manejo sintomático conforme necessidade
Modalidades de Tratamento
1 evitar alérgenos
2 antihistamínicos
3 corticosteroides tópicos
4 imunoterapia específica
5 controle ambiental
Especialidades Envolvidas
Alergia/Imunologia Dermatologia Pediatria Clínica Geral Otorrino
Tempo de Tratamento
duração depende do quadro; acompanhamento contínuo
Acompanhamento
consultas regulares e revisão de gatilhos a cada 6 a 12 meses

Prognóstico

Prognóstico Geral
Prognóstico geralmente bom com adesão ao manejo e evitar gatilhos
Fatores de Bom Prognóstico
  • controle adequado dos gatilhos
  • teste de alergia específico com bom resultado
  • educação do paciente
  • adaptação ambiental
Fatores de Mau Prognóstico
  • exposição ocupacional grave
  • história de anafilaxia
  • diagnóstico tardio
  • multi-alergias não controladas
Qualidade de Vida
Impacto variável; educação e apoio reduzem sofrimento e melhoram autonomia

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir exposição a alérgenos conhecidos e educar sobre alergias desde cedo
Medidas Preventivas
ambiente livre de poeira
capas antiácaros
evitar fumaça
controle de umidade
rotina de higiene
Rastreamento
Testes de alergia orientados por sintomas; monitoramento periódico

Dados no Brasil

Hospitalizações relacionadas a alergias são poucas, dependendo do quadro
Internações/Ano
Óbitos são raros fora de anafilaxia não tratada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior concentração de registros em áreas urbanas; variação por clima e alérgenos

Perguntas Frequentes

1 Alergia é igual a intolerância alimentar?
Não. Alergia envolve o sistema imune; intolerância não ativa resposta imune.
2 A alergia some com tratamento?
Alguns casos melhoram com manejo, porém podem retornar se expostos ao alérgeno.
3 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica, testes de alergia e IgE específico quando indicado.
4 Como prevenir e melhorar o prognóstico?
Evitar gatilhos, educação, e seguir plano de tratamento; isso melhora o prognóstico.
5 Posso conviver com alergia no dia a dia?
Sim, com planejamento, medicação adequada e apoio da equipe de saúde.

Mitos e Verdades

Mito

alergia some sem tratamento

Verdade

manejo adequado reduz sintomas e risco de complicações

Mito

alergias são só da infância

Verdade

adultos também podem desenvolver alergias

Mito

apenas comida provoca alergia

Verdade

poeira, pólen e pelos de animais também causam alergia

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade básica de saúde para avaliação inicial
Especialista Indicado
Alergologista/imunologista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória, inchaço da garganta, desmaio, pele pálida
Linhas de Apoio
Disque-SUS 136 SAMU 192 Centro de informação em saúde

CIDs Relacionados

L50.9 J30.9 T78.0 L54.9 Z88.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.