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alergia alimentar cid
CID-10

Doença alérgica alimentar

Alergia a alimentos

Resumo

Alergia alimentar é reação do corpo a alimentos; evitar o alimento reduz o risco de reação.

Identificação

Código Principal
T78.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Reação de hipersensibilidade alimentar
Nome em Inglês
Food allergy
Outros Nomes
Hipersensibilidade alimentar • Alergia alimentar IgE • Reação alimentar • Alergia a comida • Hiperalergia alimentar
Siglas Comuns
AA AFL HSA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho digestivo
Categoria Principal
Reações alérgicas alimentares
Subcategoria
IgE mediada e não IgE mediada
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: 1-2% da população, maior em crianças
Prevalência no Brasil
Brasil: 2-6% na infância, 1-3% adultos
Faixa Etária Principal
Infância e adolescência
Distribuição por Sexo
Predomínio infantil; equilíbrio entre sexos
Grupos de Risco
Historia atopia Hist familia de alergia Asma associada Introdução precoce de alimentos Exposição repetida a alérgenos
Tendência Temporal
Aumento moderado nas últimas décadas; maior acesso a diagnóstico

Etiologia e Causas

Causa Principal
Resposta imune a proteínas alimentares, IgE mediada em muitos casos
Mecanismo Fisiopatológico
IgE mediada ou não IgE; mediadores inflamatórios causam sintomas
Fatores de Risco
Historia atopia familiar Asma/dor de alergias atópicas Antecedentes de eczema Introdução precoce de alimentos Exposição repetida a alergenos Ambiente poluído
Fatores de Proteção
Aleitamento exclusivo prolongado Introdução gradual de alimentos Variedade na dieta Planejamento nutricional adequado
Componente Genético
Herança poligênica com maior risco em atopia familiar

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Urticária com prurido e inchaço facial podem dominar a apresentação
Sintomas Frequentes
Urticária
Angioedema
Dor abdominal
Náuseas/vômitos
Diarreia
Broncoespasmo
Sinais de Alerta
  • Dificuldade respiratória crescente
  • Lábios roxos
  • Queda acentuada de pressão
  • Confusão
  • Sueño/inkoerência aos poucos
Evolução Natural
Sem manejo pode evoluir para gravidade; com tratamento rápido, controle estável
Complicações Possíveis
Anafilaxia Desidratação Choque Problemas respiratórios Internação

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História compatível + IgE específico + provocação supervisionada quando segura
Exames Laboratoriais
IgE específico IgE total pouco útil Eosinofilia leve Hemograma Testes de proteína específica
Exames de Imagem
Nenhuma imagem de rotina necessária Tomografia apenas se complicação respiratória
Diagnóstico Diferencial
  • Intolerância alimentar
  • Síndrome do intestino irritável
  • Gastrite/GER
  • Refluxo
  • Doenças gastrointestinais não alérgicas
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; pode levar semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Eliminar alérgenos, educação alimentar, plano de emergência, apoio nutricional
Modalidades de Tratamento
1 Evitar alérgenos
2 Medicamentos sintomáticos
3 Plano de emergência
4 Provocação supervisionada
5 Educação familiar
Especialidades Envolvidas
Alergia e Imunologia Pediatria Nutrição Gastroenterologia Enfermagem
Tempo de Tratamento
Duração variável conforme alérgeno e controle
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3 meses; ajuste nutricional

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com manejo; possibilidade de novas alergias em desenvolvimento
Fatores de Bom Prognóstico
  • Identificação precoce
  • Acesso a tratamento
  • Plano alimentar seguro
  • Nutrição adequada
Fatores de Mau Prognóstico
  • Exposição acidental a alérgenos
  • Diagnóstico tardio
  • Dieta mal orientada
  • Condições associadas graves
Qualidade de Vida
Impacto moderado a significativo em refeições e atividades sociais

Prevenção

Prevenção Primária
Introdução alimentar segura e evitar alérgenos conhecidos
Medidas Preventivas
Leitura de rótulos
Substitutos nutritivos
Plano de emergência
Educação familiar
Treinamento escolar
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Estimativas variam; 1-2 mil/hosp por ano
Internações/Ano
Baixos; dependem da gravidade da reação
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste e Sul com maior detecção por acesso

Perguntas Frequentes

1 Quais alimentos costumam provocar alergia?
Leite, ovos, castanhas, trigo, peixe e frutos do mar são comuns
2 É possível curar alergia alimentar?
Não há cura universal; evitar alimentos ajuda a controlar
3 Como diagnosticar?
História clínica + testes de IgE + provocação supervisionada
4 Posso comer fora?
Sim, com plano e comunicação; leve plano de emergência
5 Qual é o manejo diário?
Leitura de rótulos, evitar alérgenos, orientação nutricional

Mitos e Verdades

Mito

alergia a comida é sempre grave

Verdade

pode variar de leve a grave; contexto importa

Mito

leite vegetal é sempre seguro

Verdade

alguns contendem proteína alérgena

Mito

intolerância é alergia

Verdade

alergia envolve resposta imune; intolerância é diferente

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure alergista ou pediatra; encaminhamentos a nutricionista
Especialista Indicado
Alergista/imunologista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória, desmaio, inchaço grave, pele pálida
Linhas de Apoio
SUS 136 SAMU 192 Disque 100

CIDs Relacionados

T78.0 Z91.018 Z74.1 R68.4 K90.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.