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abcesso cid
CID-10

Abscesso da pele e tecido subcutâneo

Abscesso de pele

Resumo

Abscesso cutâneo é acúmulo de pus na pele que gera dor e inchaço; tratamento envolve drenagem e cuidado com a ferida.

Identificação

Código Principal
L02
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Abscesso da pele e do tecido subcutâneo (CID-10 L02), nomenclatura OMS
Nome em Inglês
Abscess of skin and subcutaneous tissue
Outros Nomes
Abscesso cutâneo • Infecção com pus na pele • Coleção de pus no tecido cutâneo • Pústula purulenta • Pus na pele
Siglas Comuns
CID-10 L02 MRSA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Doenças da pele e tecidos subcutâneos
Categoria Principal
Dermatologia e infecções cutâneas
Subcategoria
Abscesso cutâneo e subcutâneo
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global não é fixa; abscesso comum em pele, variações regionais.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; vigilância não padronizada para abscesso cutâneo.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos, com pico em adultos
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres igualmente afetados
Grupos de Risco
Diabetes mellitus Imunossupressão Trauma local Higiene precária Imunodeficiência
Tendência Temporal
Estável na maioria das regiões; variações locais ocorrem.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Infecção bacteriana por Staphylococcus aureus ou Streptococcus pyogenes, com acúmulo de pus.
Mecanismo Fisiopatológico
Infecção que envolve folículo piloso ou tecido, gerando pus e inflamação.
Fatores de Risco
Diabetes mellitus Imunossupressão Trauma local Higiene precária Cirurgia recente Uso de corticoides
Fatores de Proteção
Higiene adequada Cuidados com feridas Controle de diabetes Acompanhamento médico
Componente Genético
Não há predisposição genética clara; síndromes raras podem existir.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor localizada com inchaço e pus visível
Sintomas Frequentes
Dor pulsátil
Rubor local
Inchaço
Pus visível
Dor ao toque
Febre leve
Sinais de Alerta
  • Febre alta persistente
  • Aumento rápido do inchaço
  • Dor intensa que não cede
  • Espaço eritematoso que se expande
  • Sinais de sepse
Evolução Natural
Sem tratamento, aumenta a dor e o tamanho; drenagem pode ser necessária.
Complicações Possíveis
Celulite extensa Sepsis Necrose de tecido Fístula crônica Abscesso recorrente

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exame clínico com massa dolorosa, rubor e pus; punção confirmatória com amostra.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR Cultura de pus Glicemia em diabéticos Procalcitonina em casos graves
Exames de Imagem
Ultrassom para extensão TC em locais profundos RM se envolvimento profundo Sem indicação se abscesso evidente
Diagnóstico Diferencial
  • Celulite
  • Furúnculo
  • Quisto infectado
  • Piodermite
  • Hidradenite
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo típico até diagnóstico pode variar; geralmente rápido após apresentação

Tratamento

Abordagem Geral
Drenagem adequada do pus, higiene da ferida, controle da dor e terapias direcionadas conforme necessidade.
Modalidades de Tratamento
1 Drenagem/incisão
2 Higiene local
3 Antibióticos quando indicado
4 Curativos adequados
5 Manejo de condições associadas
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Dermatologista Cirurgião Enfermeiro Laboratório
Tempo de Tratamento
Duração depende da gravidade; drenagem acelera resolução em dias
Acompanhamento
Reavaliação em 48-72 h; monitorar temperatura e evolução da ferida

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com drenagem e higiene adequadas
Fatores de Bom Prognóstico
  • Drenagem eficaz
  • Ausência de comorbidades
  • Higiene adequada
  • Resolução rápida
Fatores de Mau Prognóstico
  • Diabetes descontrole
  • Imunossupressão
  • Abscesso profundo
  • Infecção disseminada
Qualidade de Vida
Melhora com tratamento; dor e incômodo temporários

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene de pele, tratamento rápido de feridas e evitar traumas
Medidas Preventivas
Higiene diária
Cuidados com feridas
Controle de diabetes
Não compartilhar itens pessoais
Roupas limpas
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Poucas internações por abscesso simples; mais em casos complicados
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada a abscesso não complicado
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Varia por região; maior impacto em áreas com saneamento precário

Perguntas Frequentes

1 Posso tratar em casa sem ir ao médico?
Drenagem não deve ser feita em casa; procure orientação médica.
2 Abscesso pode ocorrer em qualquer idade?
Sim, grupos etários diversos podem ter abscesso cutâneo.
3 Quando usar antibiótico?
Uso depende da gravidade; orientador clínico decide.
4 Como evitar recidiva?
Higiene, curativos adequados e manejo de condições subjacentes.
5 Quanto tempo leva para sarar?
Depende da gravidade; drenagem acelera melhora em dias.

Mitos e Verdades

Mito

compressas quentes sempre ajudam rápido

Verdade

funcionam após drenagem ou com orientação médica

Mito

úlcera é benigno sem tratamento

Verdade

drenagem correta evita complicações

Mito

qualquer pessoa pode estourar em casa

Verdade

estourar piora infecção; procure médico

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico ao notar abscesso com dor, calor e pus
Especialista Indicado
Médico clínico geral ou dermatologista
Quando Procurar Emergência
Febre alta, piora rápida, dificuldade respiratória
Linhas de Apoio
DISQUE SAÚDE 136 MS 0800-000-000 SUS 0800-000-000

CIDs Relacionados

L02.0 L02.1 L02.2 L02.9 L02.89

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.