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a90 cid
CID-10

Malária não especificada

Malária não especificada

Resumo

Malária sem especificação exige diagnóstico rápido e tratamento adequado.

Identificação

Código Principal
A90
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Malaria, unspecified
Nome em Inglês
Malaria, unspecified
Outros Nomes
Malária inespecífica • Malária não determinada • Plasmodium spp. malaria unspecified • Malária de origem indeterminada • Malária sem especificação
Siglas Comuns
A90 MAL

Classificação

Capítulo CID
Capítulo I - Doenças infecciosas e parasitárias
Categoria Principal
Doenças infecciosas
Subcategoria
Malária
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam centenas de milhões de casos anuais.
Prevalência no Brasil
Brasil registra casos sazonais com transmissão regionalizada.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e crianças
Distribuição por Sexo
Proporção entre homens e mulheres próxima de 1:1
Grupos de Risco
Pessoas em áreas endêmicas Viajantes para zonas tropicais Animais de estimação não relevante Imunossupressão Crianças pequenas
Tendência Temporal
Varia conforme sazonalidade e vetores.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Plasmodium spp. transmitido por mosquitos Anopheles.
Mecanismo Fisiopatológico
Parasitismo eritrocitário com lise celular e inflamação sistêmica.
Fatores de Risco
Permanência em áreas endêmicas Viagens a regiões tropicais Pouca proteção contra mosquitos Nascimento em áreas endêmicas Imunossupressão Saneamento precário
Fatores de Proteção
Uso de mosquiteiro impregnado Proteção com roupas longas Repelentes eficazes Controle de vetores no ambiente
Componente Genético
Predisposição genética moderada em alguns grupos com hemoglobinas variantes.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Febre alta com calafrios, sudorese intensa e mal-estar.
Sintomas Frequentes
Febre escalonada
Calafrios
Dor de cabeça
Fraqueza
Náusea/vômito
Esplenomegalia
Sinais de Alerta
  • Hipotensão
  • Dificuldade respiratória
  • Alteração consciente
  • Convulsões
  • Hipoperfusão
Evolução Natural
Sem tratamento pode evoluir para falência orgânica e morte.
Complicações Possíveis
Anemia grave Insuficiência renal Sepsis Convulsões Malária cerebral

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Detecção de parasitas no sangue por mielatração ou teste rápido.
Exames Laboratoriais
Gotas espessas Hemograma Bilirrubina Função renal Eletrólitos
Exames de Imagem
US abdominal para esplenomegalia Radiografia se febre persistente
Diagnóstico Diferencial
  • Dengue
  • Febre tifóide
  • Leptospirose
  • SARS-CoV-2
  • Sepse
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a poucos dias desde início dos sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Diagnóstico rápido e antimalárico adequado à espécie e gravidade.
Modalidades de Tratamento
1 Antimalárico de primeira linha
2 Suporte hidroeletrolítico
3 Controle de febre
4 Tratamento de complicações
5 Acompanhamento
Especialidades Envolvidas
Clínico Infectologista Emergência Terapia intensiva Enfermeiro
Tempo de Tratamento
Duração varia com gravidade; monitoramento próximo.
Acompanhamento
Monitorar febre, hemoglobina, função renal e adesão.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com tratamento oportuno; risco maior em gestantes e crianças.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Jovem
  • Resposta clínica rápida
  • Baixa parasitemia
  • Acesso a assistência
Fatores de Mau Prognóstico
  • Gravidez
  • Gravidade severa
  • Comorbidades
  • Retardo diagnóstico
Qualidade de Vida
Impacta atividades diárias; recuperação com hidratação e repouso

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir exposição: evitar áreas com mosquitos, usar mosquiteiro.
Medidas Preventivas
Mosquiteiro impregnado
Roupas protetoras
Repelentes acima de 20% DEET
Controle de vetores
Tratamento de água parada
Rastreamento
Vigilância de febre em viajantes; diagnóstico rápido com exames sanguíneos.

Dados no Brasil

Varia por região; média anual variável.
Internações/Ano
Mortalidade depende de gravidade e acesso ao tratamento.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Norte e Centro-Oeste com maior transmissão regional.

Perguntas Frequentes

1 Mulher grávida pode pegar malária?
Sim, grávidas requerem cuidado especial; tratamento é seguro.
2 Teste rápido é confiável?
Sim, aliado a confirmação microscópica aumenta precisão.
3 É possível ter malária com febre baixa?
Pode ocorrer; febre alta é comum, mas nem sempre presente.
4 Posso evitar recaídas?
Proteção contra mosquitos e tratamento completo ajudam.
5 Quanto tempo leva para melhorar?
Depende da gravidade; recuperação rápida com manejo adequado.

Mitos e Verdades

Mito

gripe comum explica febre alta.

Verdade

febre persistente após viagem merece avaliação.

Mito

mito: malária não existe em áreas urbanas.

Verdade

verdade: pode ocorrer em áreas urbanas com transmissão.

Mito

mito: remédios caseiros curam rápido.

Verdade

verdade: apenas tratamento apropriado cura; apoio é importante.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure serviço de saúde ao apresentar febre após viagem.
Especialista Indicado
Médico infectologista ou clínico geral.
Quando Procurar Emergência
Sinais de!!! emergências: confusão, respiração difícil, pele pálida.
Linhas de Apoio
136 0800-611-9910 Telefone da sua secretaria de saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.