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A54
CID-10

Sífilis

Sífilis

Resumo

Sífilis é infecção tratável com antibióticos; faça testes e siga o médico.

Identificação

Código Principal
A54
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Sífilis, infecção por Treponema pallidum
Nome em Inglês
Syphilis
Outros Nomes
lues • sífilis venérea • treponematoses • sífilis terciária
Siglas Comuns
DST TP Sif

Classificação

Capítulo CID
Capítulo I - Doenças infecciosas e parasitárias
Categoria Principal
Infecções sexualmente transmissíveis
Subcategoria
Sífilis
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global variável; picos em contextos de acesso limitado a saúde.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta casos entre adultos ativos; variações regionais.
Faixa Etária Principal
Adultos 20 a 49 anos
Distribuição por Sexo
Mais comum em homens, afeta todos os sexos
Grupos de Risco
Múltiplos parceiros Preservativo irregular DST prévias Acesso limitado a saúde HIV comorbidade
Tendência Temporal
Tendência estável com vigilância

Etiologia e Causas

Causa Principal
Infecção por Treponema pallidum, espiroqueta bacteriana
Mecanismo Fisiopatológico
Bactéria invade mucosas, gera inflamação, pode afetar pele, mucosas e sistema nervoso
Fatores de Risco
Múltiplos parceiros Preservativo irregular DST prévias Uso de drogas Baixo acesso a saúde Viagens a áreas de risco
Fatores de Proteção
Preservativo Teste pré-concepção Tratamento de contatos Acesso a saúde
Componente Genético
Não há componente genética relevante

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Ferida indolor na região de contato (cancro duro) nas primeiras semanas
Sintomas Frequentes
Erupção difusa na pele
Gânglios inflamados
Febre baixa
Fadiga
Dor de garganta
Mal-estar
Sinais de Alerta
  • Ferida que não cicatriza
  • Febre alta
  • Dor abdominal súbita
  • Fraqueza neurológica
  • Alteração visual
Evolução Natural
Sem tratamento, progride em fases com complicações
Complicações Possíveis
Neurosífilis Sífilis ocular Aneurisma sifilítico Problemas obstétricos Lesões cutâneas crônicas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Confirmação sorológica + quadro clínico sugestivo
Exames Laboratoriais
VDRL/RPR positivo FTA-ABS/TPPA confirmatórios Teste HIV Hemograma Glicose
Exames de Imagem
Ressonância para neurossífilis Ultrassom se indicado RM em complicações
Diagnóstico Diferencial
  • Lepra
  • Dermatose inespecífica
  • Líquen plano
  • Dermatite de contato
  • HIV
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas até confirmação, conforme sinais

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento antibiótico adequado conforme estágio; orientação de saúde pública
Modalidades de Tratamento
1 Penicilina G benzatina
2 Alternativas para alergia
3 Tratamento de contatos
4 Acompanhamento sorológico
5 Educação sobre prevenção
Especialidades Envolvidas
Infectologista Clínico Ginecologista Pediatra Dermatologista
Tempo de Tratamento
Duração depende do estágio; primária/secundária pode ser dose única
Acompanhamento
Sorologias repetidas a cada 3 meses até queda de títulos

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com tratamento, prognóstico é bom; curas comuns nas fases iniciais
Fatores de Bom Prognóstico
  • Tratamento precoce
  • Adesão ao acompanhamento
  • Par conhecido tratado
  • Ausência de complicações neurológicas
Fatores de Mau Prognóstico
  • Atraso no diagnóstico
  • Neurosífilis
  • Sífilis terciária
  • Coinfecção com HIV
Qualidade de Vida
Melhora com tratamento; apoio emocional e prática de saúde ajudam

Prevenção

Prevenção Primária
Proteção, testes regulares e educação para reduzir riscos
Medidas Preventivas
Teste DST
Tratamento de parceiros
Conselhamento
Acesso a serviços
Preservação da saúde
Rastreamento
Rastreamento de DST em grupos de risco; monitoramento após tratamento

Dados no Brasil

Internações nacionais variam por região
Internações/Ano
Óbitos relacionados variam por fase
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior impacto no Sudeste; menor acesso em outras áreas

CIDs Relacionados

A54 A50 A51 A52 A53

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.